quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

CVG-ES faz palestra sobre seguros de vida e previdência



Fonte: Marcilene Forechi.

A evolução do mercado de vida e previdência, o contexto no Brasil e no mundo e os desafios dos segmentos foram os temas da palestra proferida pelo diretor-presidente da Bradesco Vida e Previdência, Marco Antônio Rossi, durante o almoço promovido pelo CVG-ES e Sincor-ES, nesta terça-feira, dia 16 de dezembro, no restaurante Anexo, em Vitória.

Esse foi o último almoço mensal do CVG-ES deste ano e as atividades serão retomadas em março de 2009.

Rossi apresentou números que mostram um crescimento da carteira de seguros de vida de 104% entre 2001 e 2007. Já a carteira de previdência e investimentos ultrapassou os 500% de crescimento, passando de R$ 74 bilhões em 2001 para R$ 457 bilhões em 2007. "Desde 1994, com o Plano Real, vivemos uma relativa estabilidade econômica, com inflação em patamar civilizado, o que permite a diminuição da memória inflacionária e a possibilidade de visão de longo prazo", afirmou.

O diretor da Bradesco Vida e Previdência destacou ainda aspectos de uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) que aponta um crescimento da classe média brasileira (classe C), que passou a representar 51,9% da população em 2008. Para Rossi, há solidez no processo de ascensão social nas metrópoles, o que deve assegurar sua continuidade. Outro aspecto destacado por ele está relacionado ao aumento na expectativa de vida e envelhecimento da população.

Marco Antônio Rossi apontou que há uma nova realidade brasileira, ancorada, principalmente, no crescimento e na estabilidade econômica, no avanço sustentado da classe média, no aumento da logenvidade e na emergência de uma categoria especial e numerosa, que são as mulheres.

Esse cenário, segundo ele, se torna mais favorável para o mercado de seguros porque está aliado a fatores como deficiências e restrições das políticas públicas para previdência social, saúde, educação e segurança. "Isso tudo gera grandes oportunidades e importantes desafios", afirma.

Entre os desafios, Rossi destaca que é necessário criar novos produtos que contemplem seguros resgatáveis, de sobrevivência e de renda, por exemplo, e investir em produtos para os novos consumidores (classe C e microsseguro). Para os corretores, segundo ele, o grande desafio é desenvolver novas abordagens e reinventar a oferta. "Não se trata mais de vender produtos e, sim, soluções para o cliente. É preciso viver os sonhos do cliente"

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